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Os Estados Unidos após a Crise de 1929

Leon Trotski Julho de 1936 Transcrição para a web gentilmente cedida pelas Juventudes do PSTU . HTML por José Braz para Marxists' Internet Archive. Dotados de grandes riquezas e de um parelho produtivo altamente desenvolvido, os Estados Unidos elevaram-se no curso da guerra ao nível de potência imperialista dirigente do mundo. Eles assumiram este papel dirigente, no entanto, em uma época em que o capitalismo encontrava-se já em seu declínio e em que os conflitos entre as grandes potências não paravam de se acentuar. O imperialismo norte-americano não pode estender mais, nem sequer manter sua posição atual no mundo, sem fazer um grande corte na parte do poder mundial atualmente entre as mãos de outras potências imperialistas, sem atacar o nível de vida das massas dos Estados Unidos, da América Latina, da Europa e da Ásia, os quais explora direta ou tira proveito indiretamente. De modo que, estendendo seu poder para todo o mundo, o capitalismo dos Estados Un...

Lênin e o Movimento Feminino

Clara Zetkin Texto de 1920 que traz diálogos entre Clara Zetkin e Lênin sobre a questão da mulher e da luta pelo socialismo.

Índice: Economia

Leo Huberman - História da Riqueza do Homem (Audio) Dívida externa e capitalismo dependente O IMPERIALISMO E A CISÃO DO SOCIALISMO - Lenin As Três Fontes e as Três partes Constitutivas do Marxismo - Lenin Processo de Trabalho e Processo de Produzir Mais Valia K. Marx O PROLETARIADO COMERCIAL E O TRABALHO PRODUTIVO * Imperialismo: definição economica - Lenin A ORDEM SOCIAL CAPITALISTA - Bukarin O Método da Economia Política - Karl Marx CRISES DO CAPITAL POR VALÉRIO ARCARY O IMPERIALISMO - Mandel AS CRISES DO CAPITAL POR ERNEST MANDEL Teoria Marxista do Valor - Mandel Engels analisa O Capital SURGIMENTO DO CAPITALISMO - Mandel

Nadejda KRUPSKAYA (1869 -1939)

Do Portal do PSTU Nascida em São Petersburgo, em 26 de fevereiro de 1869, Nadejda Krupskaya Konstantínovna foi uma grande revolucionária russa, além de professora e escritora. Seu primeiro contato com o marxismo revolucionário se deu ainda muito cedo, quando, quase como todos os jovens de sua época, participava de ações e movimentos clandestinos contra o czar. Em 1894, conhece Lênin, com quem se casou em julho de 1898. Com ele viveu até o dia da sua morte, acompanhando em cada exílio, da Sibéria à Suíça, e durante a sua grave doença. De suas atividades no Partido Bolchevique, destacam-se os cargos de secretária da fração bolchevique ainda no Partido Social-Democrata Russo (POSDR), secretária do Conselho do jornal Iskra . na Rússia pós-revolução de Outubro, foi responsável pela organização e desenvolvimento do sistema de ensino. Foi, Krupskaya, também, quem iniciou a organização do sistema de bibliotecas da União Soviética. Ainda hoje, a Rússia tem alguns dos maiores e melhores ace...

ALEXANDRA KOLLONTAI (1872 - 1952)

Do Portal do PSTU "Cada distinção especial para as mulheres no trabalho de uma organização operária é uma forma de elevar a consciência das trabalhadoras e aproximá-las das fileiras daqueles que estão lutando por um futuro melhor. O Dia da Mulher e o lento, meticuloso trabalho feito para elevar a autoconsciência da mulher trabalhadora estão servindo à causa, não da divisão, mas da união da classe trabalhadora." Nascida numa família rica de origem nobre, em 31 de maio de 1872, na Finlândia, Chura Domontovich - seu nome de nascimento - foi a principal dirigente mulher da Revolução de Outubro. O nome Kollontai veio do casamento com o primo Vladimir Kollontai, oficial do Exército do czar. O encontro com o marxismo veio ainda na juventude, numa Rússia em que os debates e ações contra o czarismo fervilhavam sobre o regime decadente. Em 1890, ingressa no Partido Social-Democrata Operário Russo (POSDR). Sua primeira prova de fogo foi a revolução de 1905, da qual participou ativa...

MAXIMO GORKY (1868-1936)

Do Portal do PSTU Este era o pseudônimo de Aleksj Maximovic Peskov, um dos maiores escritores de todos os tempos. Em seus contos e romances, refletiu a sua militância e a luta de classes. Gorky nasceu pobre e perdeu seus pais muito cedo, o que o obrigou a trabalhar. Foi, pois, lavando pratos num navio que fazia viagens pelo Volga que teve despertado seu interesse por se tornar um ativista, a partir de livros emprestados pelo cozinheiro. Ele também trabalhou como sapateiro, desenhista, pescador, vigia, vendedor de frutas, jardineiro, padeiro e jornalista, entre outras atividades que realizou para sobreviver. Foi com apenas 15 anos que publicou seu primeirto romance, Romá Gordieiev e os três (1883), o que não lhe garantiu de forma alguma a sobrevivência. Diante da fome, do frio e da falta de perspectivas de melhoras, tentou suicídio aos 19 anos, mas sobreviveu. Esse fato, Gorky registrou em "Um incidente na vida de Makar" (1892) e "Como aprendi a escrever"...

Ganhando meu pão, de Máximo Górki

De que matéria, afinal, é feita a ficção — Górki parece perguntar — e por que ela o cativa de maneira tão impressionante e, ainda, por que o que é ficcional pode ser tão belo, apropriado, sublime e, por vezes, inapropriado, já que não se cola ao real? Isa Fonseca - do Le Monde Diplomatique Brasil Ganhando meu pão é o título, bastante apropriado, do segundo volume da trilogia autobiográfica de Máximo Górki, pela editora CosacNaify, e tem como tradutor o especialista em literatura russa Boris Schnaiderman. Nesta obra temos a narrativa do autor sobre a sua conturbada adolescência e, neste contexto, um ávido garoto que, após a morte da mãe (descrita no final do primeiro volume, Infância ) decide lutar por sua independência — apesar da pouca idade — e sobreviver de maneira mais digna. A prosa segue no mesmo estilo do volume anterior: rica em detalhes (porém nada maçantes), com diálogos o mais das vezes curtos, parágrafos não muito longos e com especial atenção à descrição física e moral ...