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Lênin e o Movimento Feminino

Clara Zetkin Texto de 1920 que traz diálogos entre Clara Zetkin e Lênin sobre a questão da mulher e da luta pelo socialismo.

Índice: Economia

Leo Huberman - História da Riqueza do Homem (Audio) Dívida externa e capitalismo dependente O IMPERIALISMO E A CISÃO DO SOCIALISMO - Lenin As Três Fontes e as Três partes Constitutivas do Marxismo - Lenin Processo de Trabalho e Processo de Produzir Mais Valia K. Marx O PROLETARIADO COMERCIAL E O TRABALHO PRODUTIVO * Imperialismo: definição economica - Lenin A ORDEM SOCIAL CAPITALISTA - Bukarin O Método da Economia Política - Karl Marx CRISES DO CAPITAL POR VALÉRIO ARCARY O IMPERIALISMO - Mandel AS CRISES DO CAPITAL POR ERNEST MANDEL Teoria Marxista do Valor - Mandel Engels analisa O Capital SURGIMENTO DO CAPITALISMO - Mandel

Nadejda KRUPSKAYA (1869 -1939)

Do Portal do PSTU Nascida em São Petersburgo, em 26 de fevereiro de 1869, Nadejda Krupskaya Konstantínovna foi uma grande revolucionária russa, além de professora e escritora. Seu primeiro contato com o marxismo revolucionário se deu ainda muito cedo, quando, quase como todos os jovens de sua época, participava de ações e movimentos clandestinos contra o czar. Em 1894, conhece Lênin, com quem se casou em julho de 1898. Com ele viveu até o dia da sua morte, acompanhando em cada exílio, da Sibéria à Suíça, e durante a sua grave doença. De suas atividades no Partido Bolchevique, destacam-se os cargos de secretária da fração bolchevique ainda no Partido Social-Democrata Russo (POSDR), secretária do Conselho do jornal Iskra . na Rússia pós-revolução de Outubro, foi responsável pela organização e desenvolvimento do sistema de ensino. Foi, Krupskaya, também, quem iniciou a organização do sistema de bibliotecas da União Soviética. Ainda hoje, a Rússia tem alguns dos maiores e melhores ace...

ALEXANDRA KOLLONTAI (1872 - 1952)

Do Portal do PSTU "Cada distinção especial para as mulheres no trabalho de uma organização operária é uma forma de elevar a consciência das trabalhadoras e aproximá-las das fileiras daqueles que estão lutando por um futuro melhor. O Dia da Mulher e o lento, meticuloso trabalho feito para elevar a autoconsciência da mulher trabalhadora estão servindo à causa, não da divisão, mas da união da classe trabalhadora." Nascida numa família rica de origem nobre, em 31 de maio de 1872, na Finlândia, Chura Domontovich - seu nome de nascimento - foi a principal dirigente mulher da Revolução de Outubro. O nome Kollontai veio do casamento com o primo Vladimir Kollontai, oficial do Exército do czar. O encontro com o marxismo veio ainda na juventude, numa Rússia em que os debates e ações contra o czarismo fervilhavam sobre o regime decadente. Em 1890, ingressa no Partido Social-Democrata Operário Russo (POSDR). Sua primeira prova de fogo foi a revolução de 1905, da qual participou ativa...

MAXIMO GORKY (1868-1936)

Do Portal do PSTU Este era o pseudônimo de Aleksj Maximovic Peskov, um dos maiores escritores de todos os tempos. Em seus contos e romances, refletiu a sua militância e a luta de classes. Gorky nasceu pobre e perdeu seus pais muito cedo, o que o obrigou a trabalhar. Foi, pois, lavando pratos num navio que fazia viagens pelo Volga que teve despertado seu interesse por se tornar um ativista, a partir de livros emprestados pelo cozinheiro. Ele também trabalhou como sapateiro, desenhista, pescador, vigia, vendedor de frutas, jardineiro, padeiro e jornalista, entre outras atividades que realizou para sobreviver. Foi com apenas 15 anos que publicou seu primeirto romance, Romá Gordieiev e os três (1883), o que não lhe garantiu de forma alguma a sobrevivência. Diante da fome, do frio e da falta de perspectivas de melhoras, tentou suicídio aos 19 anos, mas sobreviveu. Esse fato, Gorky registrou em "Um incidente na vida de Makar" (1892) e "Como aprendi a escrever"...

Ganhando meu pão, de Máximo Górki

De que matéria, afinal, é feita a ficção — Górki parece perguntar — e por que ela o cativa de maneira tão impressionante e, ainda, por que o que é ficcional pode ser tão belo, apropriado, sublime e, por vezes, inapropriado, já que não se cola ao real? Isa Fonseca - do Le Monde Diplomatique Brasil Ganhando meu pão é o título, bastante apropriado, do segundo volume da trilogia autobiográfica de Máximo Górki, pela editora CosacNaify, e tem como tradutor o especialista em literatura russa Boris Schnaiderman. Nesta obra temos a narrativa do autor sobre a sua conturbada adolescência e, neste contexto, um ávido garoto que, após a morte da mãe (descrita no final do primeiro volume, Infância ) decide lutar por sua independência — apesar da pouca idade — e sobreviver de maneira mais digna. A prosa segue no mesmo estilo do volume anterior: rica em detalhes (porém nada maçantes), com diálogos o mais das vezes curtos, parágrafos não muito longos e com especial atenção à descrição física e moral ...

A psicologia marxista e “a transformação socialista do homem”

Marcelo Dalla Vecchia (*) e Juliana Campregher Pasqualini (**) Especial para o Portal do PSTU “Ser donos da verdade sobre a pessoa e da própria pessoa é impossível enquanto a humanidade não for dona da verdade sobre a sociedade e da própria sociedade. O ‘salto do reino da necessidade ao reino da liberdade’ colocará inevitavelmente a questão do domínio de nosso próprio ser, de subordiná-lo a nós mesmos” (Vigotski, 1927/1999, p. 417) . I. Introdução A abrangência da obra de Lev Semenovitch Vigotski (1896-1934) dispensaria maiores apresentações para quem estuda e trabalha em torno a questões práticas e teóricas nos campos da psicologia, da educação e da linguagem. Pretendemos demarcar, neste momento, que o escopo de sua obra não se restringe ao resgate que vem sendo feito, mais recentemente, no que se refere às suas contribuições nestes campos, caso se considere que tais contribuições – eventualmente assinaladas como “exclusivamente acadêmicas” – prescindam de um horiz...